Nós criamos a nossa própria realidade, sendo a criação contendo quatro estágios: a preparação, a incubação, o insight descontínuo (onda de possibilidades), e a manifestação, onde esta fase em que a ideia é implementada. Nosso objetivo precisa ser, antes de tudo, um objeto de possibilidades, onde a intenção, o sentir e acreditar precisam ser verdadeiros e estarem coerentes às Leis Universais onde tudo acontece. É na intenção que está contido o valor a ser trabalhado, mas para isso, precisamos aguardar o tempo necessário (incubação), o tempo não linear, movimento descontínuo, sendo que não precisamos fazer nada para que isso ocorra. O movimento do inconsciente é descontínuo; e quando usamos a mente racional para ter um pensamento, não há criação
Perceba que não é sua vontade do Ego que impera neste momento, pois sabemos que o Ego vem com emoções ligadas a nossa vaidade, ao controle, egoísmo, arrogância, prepotência, de acharmos que estamos certos, e com isso, queremos que seja feito dentro da nossa vontade. Dê prosseguimento a sua intenção e apenas aguarde o momento certo, sendo indispensável criarmos um movimento operacional que chamo de propósito, por exemplo: leia, estude, se prepare, esteja atento, mas sem ansiedade, faça com que sua intenção fortaleça-se, verdadeira, com sentimentos construtivos e alegres, criando assim um caminho propício para seu nascimento. A intenção consciente afeta resultados. “A comunicação sem sinal, a não localidade, segundo a física quântica, trata-se do domínio da potencialidade”. Descondicionar nossa maneira de pensar, agir e sentir para podermos aprender a interagir com o Macro, dentro da dimensão que nos encontramos momentaneamente.
A física quântica concluiu que o domínio da potencialidade é, na verdade, a própria consciência; mostrando-nos que a comunicação entre aqueles que parecem ser dois objetos distintos, mente (corpo mental), matéria (corpo físico), é medida pela consciência, onde sabemos que tudo vibra (cada um dentro da sua dinâmica). De acordo com Tales de Mileto, um dos primeiros físicos e filósofos gregos, a causa básica das coisas, a água, onde tudo nasce e deriva dela. Misteriosa, humilde e poderosa, a água desempenha papéis fundamentais. No ano de 1781, o cientista britânico Henry Cavendish entendeu que a água é feita de hidrogênio e oxigênio. No mundo de hoje, precisamos de integração, onde a ciência deveria ser livre de dogmas. Ciência é uma metodologia, sendo que primeiro você tem uma teoria; depois você tem dados experimentais; sendo que os aplica a teoria e os dados. A ciência convencional tentou ridicularizar e suprimir os dados que dão suporte a não localidade no mundo Macro; rotulando esses fenômenos de “paranormais” (não científicos), refutando a teoria da consciência (Alma), por meio de sofismas. O materialismo científico é um dogma devido às suas convicções de que a matéria é tudo. Segundo essa lógica, a crença de que a consciência é tudo também não seria um dogma? Seria, se não fosse por uma diferença importante, onde a visão de mundo quântica é “inclusiva”. Ela não exclui a possibilidade, a eficácia do mundo material (corpo físico). Ela coloca tanto a consciência (Alma), a matéria (Corpo Físico) e a Fonte Criadora que Tudo É, em pé de igualdade. O que sentimos, a maneira de como agimos, pensamos criamos nossa realidade. Olha a nossa responsabilidade diante do mundo em que vivemos!
Temos que mudar a maneira de ver as coisas. A ciência moderna apresentou explicações científicas para algumas horrendas verdades malignas a nosso respeito; onde temos circuitos cerebrais “instintivos” emocionalmente negativos; sentimos ódio; somos violentos; competitivos, invejosos, irados; alimentamos o medo; a insegurança; criando uma barreira para o novo, fazendo-nos acreditar que isso é “normal” sentirmos. Conforme o materialismo científico, nega a existência de valores; nega a validade das experiências intuitivas que nos conduzem aos valores. Nega qualquer criatividade que nos permita formar circuitos cerebrais emocionalmente positivos. Entender que não podemos apenas pensar positivo com a mente racional, mas entender que precisamos afundar em nossos sentimentos, em nossas emoções para promover a mudança em nós e consequentemente vibramos em tudo que está a nossa volta. Precisamos nos tornar pessoas melhores, mais amáveis, mais sensíveis à beleza, com capacidade de perceber a vida dentro de novos padrões de vibrações. Analisemos então nossos movimentos vibracionais, onde ainda nos comprazemos com a dor, o sofrimento, as catástrofes, pois para nós, ver o mal dispara um gatilho, um pertencer a algo, a quê? Percebe-se então que nesses momentos nos alimentamos, onde o julgamento e a condenação impera. Criamos memórias celulares destrutivas. Mudemos então nosso paradigma, nosso olhar para o bem; agir no bem; pensar o bem; sentir o bem; se alimentar no bem. Vamos criar metas, seguir a intuição com criatividade; sendo possível a criatividade. Temos um propósito que visa não negar o mundo dentro de toda a sua dimensão. O mundo em que vivemos tem uma ordem, ele é importante para adquirimos experiências. Aprendamos a viver com equilíbrio em todos os setores de nossa existência; respeitar os reinos: animal, vegetal, mineral e a nós mesmos é indubitavelmente imprescindível para podermos criar uma verdadeira Vida no mundo em que estamos inseridos.

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