DESVENDANDO O PASSADO DA
HUMANIDADE - PARTE 1
POR OTÁVIO REIS
Esse artigo é uma busca de informações para se estabelecer uma linha de raciocínio que seja coerente com diversas peças de um grande quebra-cabeças chamados Origem da Humanidade. Nele foram citadas informações de registros que abrangem a visão de antigos historiadores, geneticistas, arqueólogos, tradutores de línguas antigas e incursões de campo de Dakila Pesquisas. Minhas duas principais referências neste artigo foram: primeiramente as informações colhidas em expedições da equipe de Dakila Pesquisas e, em segundo lugar, as traduções feitas pelo autor Anton Parks. POR OTÁVIO REIS A Amazônia é, na atualidade, um dos locais mais cobiçados do planeta por diversos países. De maneira totalmente disfarçada, outros países invadem nossa Amazônia sob o disfarce de ONGs estrangeiras em busca de preservação ambiental. Países estes que, diga-se de passagem, destruíram completamente sua própria natureza e meio ambiente. O verdadeiro objeto de busca dessas “ONGs” é a antiga capital do mundo Ratanabá, seus tesouros e principalmente seus artefatos. O território da Amazônia já foi muito maior do que é hoje e esconde diversos segredos e mistérios. Vamos entender primeiramente o porquê de seu nome. No século XVI, Francisco Orellana “descobriu” o norte do Brasil. Quando chegou perto de um rio muito grande, alegou ter sido atacado por mulheres guerreiras montadas a cavalo. Lembrou-se, então, das amazonas gregas. É por isso que o Rio Amazonas se chama Amazonas. Ou seja, essas mulheres não eram necessariamente chamadas de Amazonas em seu local de origem na Amazônia. Veremos mais adiante qual a possível origem delas.
Outro rio muito famoso dentro da Amazônia é o rio Solimões e é interessante conhecer sua origem, pois ela nos traz outras informações históricas. Em 1100A. C. saiu uma grande frota dos fenícios de Dakar para as ilhas do Cabo Verde e atravessou de lá o Oceano, para o Brasil. O historiador grego Diodoro Sicuto, que vivia durante muitos anos em Cartago e escreveu a história das navegações fenícias e cartaginesas, narra o fato do descobrimento do Brasil assim. Nesse mesmo ano, o rei Hiram de Tyros, capital da Fenícia, ofereceu aos reis David e Salomão da Judeia, uma aliança para explorar as riquezas do Brasil. Nos anos 995 e 992 navegaram as frotas aliadas dos fenícios e judeus no rio Amazonas, onde elas fundaram uma colônia hebraica, no rio Solimões, chamado assim em homenagem ao rei Salomão. Esse fato é uma prova de que os fenícios já tinham circunavegado, entretanto, toda a costa do Brasil e subido todos os rios. Mas por que personagens bíblicos importantes criaram uma colônia no Brasil? O “Deus” a quem eles serviam, chamado Yaweh seria um, Anunnaki, logo estavam a serviço dele. O que eles buscavam além da prata e ouro das minas do Rei Salomão?
Testes de mapeamento de árvores genéticas descobriram algo muito interessante até então, com os indivíduos que já se predispuseram aos testes. A ciência já mapeou oficialmente 3 diferentes ancestrais de sexo masculino com o cromossomo Y originais comuns à humanidade. A grande maioria das pessoas mapeadas descende de um, mesmo ancestral masculino de 30 mil anos atrás. Um grupo bem menor de indivíduos da África Central e norte africano são descendentes de um ancestral masculino de 200 mil anos atrás. E um indivíduo chamado Albert Perry e mais 10 pessoas de origem camaronesa descendem de um mesmo indivíduo e 340 mil anos atrás. Isso nos indica algo muito importante: 1. O número de amostragem de pessoas que fizeram mapeamento de árvore genética é bem baixo, o que nos indica que outros “Adões” podem ainda aparecer, principalmente em regiões com pouca miscigenação. A maioria dos indivíduos analisados são indivíduos de cidades grandes, ou seja, pequenas populações isoladas em locais de difícil acesso não foram “oficialmente” mapeadas. Existem povos diferentes que habitam a Amazônia. A probabilidade de que um mapeamento destes povos nos traga outros “Adões” matriciais em épocas diferentes a serem adicionadas ao mapa abaixo é grande. 2. Não existiu apenas um “Adão”, mas a humanidade foi criada e recriada mais de uma vez em épocas diferentes.
Além dessa criação de “uma mesma receita” do Homo sapiens em épocas e locais distintos, cabe ressaltar aqui algumas curiosidades sobre evolução sob um ponto de vista genético. Aquela história de que as girafas foram evoluindo e aumentando seus pescoços para se adaptarem a comer a comida que estava em árvores cada vez mais altas não se sustenta do ponto de vista genético. O desenvolvimento muscular do pescoço na vida dessa girafa evolutiva não seria transmitido a seus filhos, exceto se houvesse mutação genética dos gametas, o que não é o caso. Voltando o foco para o homem, a evolução pelo DNA deveria ter sido progressiva, mas as espécies de hominídeos sempre evoluíram dando saltos gigantescos e não progressivos de evolução. Existem pelo menos três possibilidades que poderiam justificar esses saltos: 1. Vírus: sabendo que os vírus são agentes de alteração do DNA, poder-se-ia considerar a possibilidade de micro mutações operadas pelos vírus. Porém, a observação de micro mutações indica que elas são lentas e, em sua grande maioria, letais
2. Alterações da própria epigenética: para que isso se sustentasse, precisaríamos encontrar indícios conclusivos que atestassem a evolução de uma espécie em outra, o que não se verificou. Vale relembrar, mencionado, que, aparentemente, as espécies repentinamente, já, mais evoluídas. Lembrando aqui também que a ciência acadêmica tradicional não aceita que o homem possa ter sido criado por alguma consciência externa mais avançada ou por outra civilização. Logo, dentro dessa visão limitada, os cientistas tentam justificar de outras maneiras com argumentos complexos para dificultar o entendimento, mas que, no fundo, não se sustentam. 3. Alterações genéticas externas feitas por algum agente externo ou por alguma civilização avançada na área de genética. No dia 23 de outubro de 2012 foi publicado na conceituada revista científica Nature sobre a “Evolução do micro-RNA miR-941”, um gene específico do homem que implica diretamente na sinalização dos neurotransmissores, sendo responsável por um salto evolutivo na capacidade mental. Ele cria, por exemplo, mudanças anatômicas que favorecem a fala. O nosso DNA possui uma parte ativa que codifica e outra, antigamente chamada de DNA lixo, que não codifica. O miR-941 está hoje na parte que não codifica, mas ele influenciou na evolução da espécie humana, logo ele já foi ativo e codificador. A questão é... Quem ativou esse gene? Quem o implantou e ligou? Todavia quem determinou em quais medidas deveríamos evoluir? Será que poderíamos jogar tudo isso nas costas da Epigenética? Eu acredito que não.
Ao longo da história do homem tivemos momentos em que a espécie praticamente se extinguiu. Isso pode ser verificado através dos estrangulamentos genéticos. Eles correspondem a uma diminuição considerável da diversidade de variações genéticas, o que corresponde a uma redução drástica da população da espécie, o que acaba obrigando os poucos indivíduos restantes a se reproduzirem entre eles. Há 75.000 anos tivemos um estrangulamento genético do Homo sapiens. Sua população ficou entre 40 e 4000 indivíduos. Nessa mesma época verifica-se que chimpanzés, tigres, guepardos e orangotangos também tiveram estrangulamento genético. Uma das possíveis causas seria um inverno vulcânico causado pelo vulcão Toba em Sumatra. Outra possibilidade seria um inverno nuclear. Um detalhe interessante é que nessa época não houve diminuição da população de outras espécies dos homens como os Neandertais na Eurásia ou os Denisova na Ásia. Somente os Sapiens foram afetados. O último estrangulamento genético foi há 7000 anos. Na África do Norte. Vários geneticistas renomados dizem que alguma influência externa fez com que a humanidade beirasse a extinção. Mas antes disso tivemos a extinção dos Neandertais entre 30 e 40 mil anos. É intrigante que não houve, nesse momento, uma alteração significativa dos Homo sapiens, o que sugere uma extinção seletiva. Mas ainda assim, hoje temos milhares de pessoas que possuem uma genética de até 20% dos Neandertais.
O interessante de tudo isso é que encontramos em antigos livros, como, por exemplo, o Mahabharata, um antigo livro hindu que narra uma grande guerra entre antigas civilizações com armas de grande poderio tecnológico, inclusive atômicas, o que justifica alguns lugares da Terra serem altamente radioativos como em Rajasthan na Índia. O livro diz o seguinte: “Um único projétil, carregado com toda a força do Universo… Uma coluna incandescente de fumaça e uma chama tão clara quanto 10.000 sóis, apareceu em todo seu esplendor… era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um mensageiro gigantesco da morte, o qual reduziu às cinzas uma raça inteira.” Diversas etnias indígenas do mundo todo relatam guerras entre antigas civilizações com tecnologias avançadas. Diversos mitos relatam eras glaciais, guerras e dilúvios onde os “Deuses, Anciões, Irmãos da Luz e Pessoas Sagradas” ensinaram o homem a sobreviver em cavernas subterrâneas. Logo, muitos homens das cavernas não eram espécies atrasadas, mas sim refugiados de catástrofes. As antigas tabuletas de argila sumérias também relatam sobre guerras interestelares, cirurgias avançadas na área da medicina e experimentos de ponta na área da genética. Os egípcios também nos fornecem diversos indícios desses mesmos relatos. Infelizmente, a limitação imposta aos acadêmicos de hoje faz com que eles aceitem dizer que essas antigas civilizações apenas possuíam mitos riquíssimos de experiências de ficção científica avançada. E para sustentar essa cegueira imposta, eles ignoram as diversas provas que são encontradas. A ciência acadêmica de hoje se mostra, infelizmente, seletiva e tendenciosa. Mas não poderíamos esperar outro comportamento daqueles que servem aos interesses de minorias poderosas que pretendem manter a ignorância da população.
Oficialmente a civilização aceita pela ciência como a mais antiga é a Suméria. Os sumérios deixaram inclusive muitos escritos em tabuletas de argila. Quando pesquisamos nas antigas tabuletas de argila da Suméria, encontramos histórias que nos ajudam a esclarecer o passado da Amazônia e nos auxiliam a responder às perguntas anteriores. Muitos consideram que as tabuletas relatam fatos que aconteceram na região da Mesopotâmia, mas elas podem relatar também fatos que aconteceram em outras regiões da Terra.
Os sumérios inclusive relatam da humanidade que existia antes da manipulação genética dos Anunnaki (ukubi ullegara) e também da humanidade pós-manipulação genética dos Anunnaki (ukubi annegarra). O termo sumério Á-DAM, segundo o tradutor Anton Parks se traduz em “gado”, "animais", "bestas", "rebanhos"... o que prova explicitamente que o ser humano (gênero Homo) ou Ukubi ("povo inferior" ou "quantidade inferior") é desde sempre considerado pelos "deuses" sumérios como um animal criado para estar a serviço deles. Este fato também está claramente explícito nas tábuas de argila mesopotâmicas. Conforme o tradutor de sumério Anton Parks, os primeiros habitantes da Terra não foram nem os homens, nem os guerreiros colonizadores Anunna, mas a Rainha Dìm'mege – soberana das Ama'argi, uma "raça" híbrida, contendo genética reptiliana planificadora, de polaridade feminina – e os Imdugud, raça híbrida vinda das plêiades criada a partir de um pacto com outra raça felídea, os Urmah.
As Ama'argi seriam as “amazonas originais” enquanto Dim’mege seria a Lilith e viviam nas terras de baixo, no Abzu, as profundezas. Lembrando aqui que raças planificadoras são um conjunto de raças “extraterrestres” ou vindas de outras terras que trabalhavam em harmonia ou parceria buscando o desenvolvimento. Enquanto as tabuletas descrevem outras raças a serviço de si mesmas, dentre elas os miminu (grays), os kingu, da constelação do Dragão e outros descendentes de um conflito iniciado na constelação de Lira. Os Anunnaki seriam mistos descendentes entre mistura de raças planificadoras, onde uma língua sagrada feminina era falada e raças a serviço de si. As raças a serviço de si batem com as raças que pesquisadores dizem formar um governo oculto, enquanto as raças planificadoras batem com as 49 raças. As informações dos Ama’argi (amazonas) e dos Imdugud (sacerdotes pleiadianos) batem com as infirmações que já tínhamos. As Ama’argi/Lilith foram criadas por sacerdotisas femininas de Ursa Maior.
Segundo Anton Parks: “Uma humanidade já estava presente, a dos Ukubi'im (lit. "Povo inferior de argila" = Homo neanderthalensis), dos Ukubi (tipo Homo) e dos Ugubi ("antepassado inferior" = macaco). O tipo Ukubi (Homo) não é chamado de Ukubi nas tábuas de argila sumérias, mas é denominado de Ullegara ("colocado antes") e Annegarra ("colocado depois") quando elas falam de humanidade remodelada (retocada) pelos "deuses" sumérios. Existem outras denominações que eu utilizo em Ádam Genisiš e que também se encontram nas tábuas de argila, veremos isso mais tarde. Sim, eu explico que a Terra era um lugar governado pelos Kadištu (planificadores). No primeiro volume, falei bastante sobre a presença das fêmeas Gina'abul (Amašutum) no grupo dos Kadištu. As Amašutum terrestres chamam-se Ama'argi, foi assim que recebi este termo. Este termo evoca "a remição das dívidas divinas", mas a sua tradução correta em sumério dá: "mãe brilhante e estável (ou que restaura)". Explico no segundo volume que as Ama'argi tiveram por missão de restaurar a Terra depois dos muitos danos que ela sofreu no passado devido às ações guerreiras e das diferentes manipulações genéticas efetuadas pelos Gina'abul reais chamados Kingú. Depois, tiveram por missão de dirigir os escravos humanos nas áreas agrícolas dos Anunna. As Ama'argi são lideradas por Dìm'mege (lit. "Pilar obscuro"). Trata-se da LÍL-TI suméria ou da Líltu acadiana que encontramos na tradição hebraica sob o nome de Lilith.
Quer seja Lílti, Líltu ou Lilith, a literatura sempre a descreveu como um demônio infernal, provavelmente devido ao medo que ela desperta e da sua origem que vai muito além da percepção humana. As Ama'argi e a rainha delas vivem no coração do Abzu (mundo subterrâneo), na cidade de Šàlim ("coração de eternidade" em sumério). Os Imdugud são o fruto de uma hibridação entre os Gina'abul reais chamados Kingù Babbar (reais albinos) e os planificadores felídeos Urmah. São encontrados na literatura acadiana sob o nome de Anzu. Os Imdugud (lit. "Sangue nobre") são simbolizados na Mesopotâmia por uma águia com cabeça de leão. A águia é o atributo dos Kingú e o leão é o emblema dos Urmah. Esta associação demonstra claramente o parentesco dos Imdugud. Os Imdugud são uma espécie de sentinelas de Ti-ama-te (o sistema solar). Inicialmente, eles foram programados para desempenhar um papel de conciliadores entre os Gina'abul reais e os Kadištu (planificadores). Mas eles sempre se mantiveram longe dos trabalhos dos planificadores. Os Imdugud são muito solitários, o papel deles transformou-se gradualmente ao longo dos tempos e eles acabaram por ganhar uma verdadeira independência entre as duas partes e a possibilidade de poderem negociar com eles quando quisessem.
Nós falamos muitas vezes dos Imdugud com o engenheiro Gerry Zeitlin. É possível que eles sejam uma raça extra-terrestre que Gerry estudou que é chamada de "Tall Whites" ("grandes brancos") ou anjos caídos.” Dentro das traduções, Anton Parks nos indica que, quando Enki autorizou a matriarca Ninkharsag, também conhecida sob o título de Dama-Serpente, a compartilhar o conhecimento da metalurgia com a humanidade. Na tabuleta de argila CBS 8383, está escrito da mesma forma que na Gênese Bíblica que “o homem cometeu ‘um erro’: ter penetrado no território dos ‘deuses’ e roubar a comida proibida das árvores-davida.” Essa invasão humana teria provocado inclusive uma epidemia nos ‘deuses’. Enlil fica furioso com Enki e o envia para as terras de baixo para criar um novo grupo de humanos com menor expectativa de vida e um quadril menor (“Tu enfrentarás na dor”). Esse projeto genético foi chamado Yaweh-Elohim, pois foi uma parceria do clã dos Anunnaki com a Elohim Dim’Mege. É interessante ressaltar como a história de Caim e Abel pode representar tanto a extinção de uma linhagem humana por outra, como a rivalidade dos irmãos Enki (Osíris) e Enlil (Seth).
Essa informação bate com a palestra do Urandir onde ele disse textualmente: “quando o líder da raça adâmica cometeu um erro, ele foi enviado para as terras de baixo para reparar esse erro com Lilith”.
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